Não posso ficar indiferente às listas dos futebolistas brasileiros e portugueses, que foram convocados para a Copa 2010. Os brasileiros reclamam que Dunga teve medo de apostar na juventude e os portugueses reclamam que Queirós, precisava ter escolhido jogadores mais experientes. Opções, escolhas e coisas similares sempre vão trazer discussão. Cada cabeça, sua sentença, diz o povo e com muita razão. Espero que as seleções de Portugal e do Brasil, sejam felizes e possam conseguir excelentes resultados (d)esportivos. Quanto a mim, prefiro que um dos países finalistas não fale a língua portuguesa.
O Papa Bento XVI esteve em Portugal e atraiu centenas de milhares de pessoas por onde passou. Indiferente às críticas e omisso nos escândalos da pedofilia sacerdotal, procurou despertar os católicos portugueses para um cristianismo mais puro e mais presente. Infelizmente continua agarrado às tradições e erra demais quando exalta Maria, em detrimento de Jesus. A igreja de Roma, racionalmente falando, está virando cada vez mais as costas ao património original, herdado de Tiago, Pedro, Paulo e de todos os Pais da Igreja cristã.
Muitos não sabem, mas a adoração a Maria, resultou do paganismo dos adoradores das deusas da mitologia grego-romana, quando se “converteram” a Cristo por decreto. Grandes apologistas cristãos do quarto século, como Epifânio e Ambrósio de Itália, procuraram com determinação combater a heresia, declarando que se devia honrar Maria, mas adorar sómente ao Pai, ao Filho e ao ES. Infelizmente não tiveram êxito e nos dias de hoje, vemos que o “nossa” superou o “meu”, entre a grande maioria dos seguidores de Cristo, doutrinados pelo Vaticano.
A crise na Europa está para durar, principalmente na Grécia, Portugal e Espanha. Será que isso tem a ver com as tradições religiosas de cada um desses países? Penso que sim. Em Espanha 98% do povo se diz católico. Em Portugal mais de 80% defendem o catolicismo do país. E na Grécia a liturgia ortodoxa é seguida por quase todos sem grandes interrogações. Claro que se pode duvidar deste raciocínio partidário e até simplista, mas não dá para nos interrogarmos? Direitos e privilégios todos temos, mas também temos o dever de pensar por nós mesmos. Precisamos entender as verdades que a história já confirmou.
De uma forma geral em tudo na vida precisamos escolher. E isso é tão verdade, que se escolhermos não escolher, já estamos escolhendo. Parece confuso mas não é, porque conhecemos muitas pessoas, que ao serem indiferentes ou até apáticas, se limitam na sua própria decisão. E o que é que acontece então? Terminam seguindo as escolhas de outros. E daí? Que mal pode acontecer? Nunca vão poder assumir a sua inocência. As evidências confirmam que o maior problema das sociedades, não é a maldade dos maus, mas sim a apatia (preguiça?) dos bons. Começou com Adão e Eva, continuando até aos nossos dias.
Finalmente posso resumir. Dunga, Queirós, o Papa e os líderes dos países em crise, irão ser julgados pelas escolhas e opcões que fizeram, mas também pelas que não fizeram. Primeiro pelo povo, depois por outras autoridades e finalmente por Deus, no que diz respeito a questões espirirtuais. Ninguém escapará. Eu e você também iremos ser analisados. Do alto da nossa insignificância, iremos “subir” ao céu ou “descer” ao inferno, conforme as nossas próprias decisões. Todos, grandes e pequenos, iremos ser questionados. Como respondemos ao gracioso amor de Deus, revelado por Jesus, na cruz do Calvário? Escolha em consciência. Fui.
Friday, May 21, 2010
Saturday, May 15, 2010
Quem teve mais Povo?
Quem teve mais povo? O show do Roberto Carlos ou a passeata do dia 1 de maio?
E que importa isso? Importa sim, porque os números falam por si mesmo. Segundo as informações disponíveis e pensando só no povo brasileiro, o show de Roberto Carlos em Boston, ganhou de 2 para 1. Pois é e então que temos nós com isso? Não desmerecendo do “rei”, fica no ar que a maioria do povo brasileiro que vive na região de Boston, está indiferente, desanimado e com medo, relativamente à tomada de posição para a legalização dos indocumentados. Uns porque já são legais e nem estão por aí com os os outros, mas muitos outros pelo próprio egoísmo coletivo, próprio da nossa forma de estar na vida.
Não sou exemplo especial a ser seguido e só não fui ver o show de RC, porque tinha culto na nossa igreja e também porque os ingressos eram caros demais para mim. No entanto tenho de escrever que participei da passeata, por convicção e por solidariedade. Testemunhei com alegria o entusisamo dos hispanos e até de chineses, perante alguns irascíveis policiais de Everett. Infelizmente não consegui confirmar a presença, de nenhum outro pastor titular, das dezenas de igrejas evangélicas brasileiras da grande região de Boston. Porque será que eles são próximos pelas ondas da rádio, mas distantes na vida real?
Posso aceitar que alguns devem ter ficado “em espírito de oração” e outros “em espírito de contenção”, mas e os outros, que são dezenas na sua pluridade? Deixem que expresse a minha indignação. Tenho reparado com tristeza nos péssimos resultados, do trabalho demoníaco de um certo espírito de atração maligna, que produz um seguidismo sem nexo, entre os crentes brasileiros. A maioria até deseja encontrar uma nova forma de “ser” cristão, mas não conseguem nem a força necessária, para o começo da procura. São completamente dominados pela ilusão de um milagrismo de propaganda, recheado com carisma de mortais.
Alguns dos visados, líderes e liderados, vão ler a coluna e alguns deles vão até descobrir desculpas teológicamente aceitáveis. Outros nem a esse trabalho se darão, porque presumindo que estão religiosamente corretos, irão me desprezar na minha aparente dor de cotovelo. E quem sabe eles até que podem estar com a razão, porque num certo sentido, cada um deve estar onde se sinta feliz. Mas será que estão felizes ou são felizes? Estar feliz é algo passageiro, enquanto que ser feliz é algo duradouro. Aquilo que passa não volta, mas será que eu e você, estamos preparados, para a volta de Jesus ao planeta Terra?
A Bíblia defende que irá haver um tempo de grande angústia. Terremotos e erupções de vulcões, serão “fichinhas” comparados com o que irá acontecer. Nesse tempo alguns ainda terão oportunidade para dar e ir a shows, mas o grande show vai mesmo pertencer ao anticristo. No princípio ele vai parecer um cara bem legal. Quase todo o mundo vai apoiar, porque entretanto os verdadeiros cristãos já terão sido arrebatados, para viverem pertinho de Deus para sempre. Só que ele irá ficar cansado de passar por bonzinho e depois já será tarde demais.
Bilhões irão sofrer, porque no dia da oportunidade, se deslumbraram nos shows e tradições, dos pequenos reis, recusando a oferta graciosa de Jesus, o grande e verdadeiro Rei. Pessoalmente gostaria que fosse diferente, mas da justiça de Deus, ninguém conseguirá escapar. O bom da coisa é que hoje ainda é tempo de tomar decisões. Shows e passeatas podem esperar, mas a decisão acerca do destino final do nosso ser, precisa ser tomada quanto antes. Hoje ainda temos água, contaminada, mas continua correndo. Só que vai chegar o dia em que a água irá ser mais cara do que o oiro. Duvida? Eu não quero ficar para conferir. Fui.
E que importa isso? Importa sim, porque os números falam por si mesmo. Segundo as informações disponíveis e pensando só no povo brasileiro, o show de Roberto Carlos em Boston, ganhou de 2 para 1. Pois é e então que temos nós com isso? Não desmerecendo do “rei”, fica no ar que a maioria do povo brasileiro que vive na região de Boston, está indiferente, desanimado e com medo, relativamente à tomada de posição para a legalização dos indocumentados. Uns porque já são legais e nem estão por aí com os os outros, mas muitos outros pelo próprio egoísmo coletivo, próprio da nossa forma de estar na vida.
Não sou exemplo especial a ser seguido e só não fui ver o show de RC, porque tinha culto na nossa igreja e também porque os ingressos eram caros demais para mim. No entanto tenho de escrever que participei da passeata, por convicção e por solidariedade. Testemunhei com alegria o entusisamo dos hispanos e até de chineses, perante alguns irascíveis policiais de Everett. Infelizmente não consegui confirmar a presença, de nenhum outro pastor titular, das dezenas de igrejas evangélicas brasileiras da grande região de Boston. Porque será que eles são próximos pelas ondas da rádio, mas distantes na vida real?
Posso aceitar que alguns devem ter ficado “em espírito de oração” e outros “em espírito de contenção”, mas e os outros, que são dezenas na sua pluridade? Deixem que expresse a minha indignação. Tenho reparado com tristeza nos péssimos resultados, do trabalho demoníaco de um certo espírito de atração maligna, que produz um seguidismo sem nexo, entre os crentes brasileiros. A maioria até deseja encontrar uma nova forma de “ser” cristão, mas não conseguem nem a força necessária, para o começo da procura. São completamente dominados pela ilusão de um milagrismo de propaganda, recheado com carisma de mortais.
Alguns dos visados, líderes e liderados, vão ler a coluna e alguns deles vão até descobrir desculpas teológicamente aceitáveis. Outros nem a esse trabalho se darão, porque presumindo que estão religiosamente corretos, irão me desprezar na minha aparente dor de cotovelo. E quem sabe eles até que podem estar com a razão, porque num certo sentido, cada um deve estar onde se sinta feliz. Mas será que estão felizes ou são felizes? Estar feliz é algo passageiro, enquanto que ser feliz é algo duradouro. Aquilo que passa não volta, mas será que eu e você, estamos preparados, para a volta de Jesus ao planeta Terra?
A Bíblia defende que irá haver um tempo de grande angústia. Terremotos e erupções de vulcões, serão “fichinhas” comparados com o que irá acontecer. Nesse tempo alguns ainda terão oportunidade para dar e ir a shows, mas o grande show vai mesmo pertencer ao anticristo. No princípio ele vai parecer um cara bem legal. Quase todo o mundo vai apoiar, porque entretanto os verdadeiros cristãos já terão sido arrebatados, para viverem pertinho de Deus para sempre. Só que ele irá ficar cansado de passar por bonzinho e depois já será tarde demais.
Bilhões irão sofrer, porque no dia da oportunidade, se deslumbraram nos shows e tradições, dos pequenos reis, recusando a oferta graciosa de Jesus, o grande e verdadeiro Rei. Pessoalmente gostaria que fosse diferente, mas da justiça de Deus, ninguém conseguirá escapar. O bom da coisa é que hoje ainda é tempo de tomar decisões. Shows e passeatas podem esperar, mas a decisão acerca do destino final do nosso ser, precisa ser tomada quanto antes. Hoje ainda temos água, contaminada, mas continua correndo. Só que vai chegar o dia em que a água irá ser mais cara do que o oiro. Duvida? Eu não quero ficar para conferir. Fui.
Será que os culpados podem ser inocentes?
“Moradores de Pindaré Mirim (260 km de São Luís, MA) saquearam e incendiaram o sítio Recanto Feliz após o adolescente Adriano da S.Freitas, 14, morrer eletrocutado na cerca de arame da propriedade. A Polícia Militar informou que a cerca estava ligada à rede de energia elétrica do sítio, com voltagem de 220V, o que é proibido. O adolescente morreu na hora. Segundo depoimento feito por parentes do garoto aos policiais, ele acordava cedo diáriamente para vender pão. O corpo foi encontrado às 6h35 de ontem por populares. O dono do sítio, Raimundo N.Amorim, segundo a PM, fugiu.
No início da tarde de ontem, a PM foi informada que o sítio estava sendo alvo de saque e destruição. Duas pessoas foram presas em flagrante. A PM não soube informar se eles eram parentes ou familiares do adolescente. A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar as responsabilidades pelas morte e outro para investigar os saques. A PM não tinha informação se o proprietário havia se apresentado.” . Li esta notícia no Folha Online de 8 de Maio e comecei pensando na vida, na morte, na inocência e na culpa. Enquanto estava pensando, peguei no Metropolitan News de 7 de Maio e li:
“Numa cidade dos EUA, um homem que passou 29 anos na prisão, condenado por rapto e estupro de uma menina de 12 anos e de um menino de 13 anos foi libertado, depois que exames de DNA o inocentaram. Raymond Towler, 52, foi condenado à prisão perpétua em 1981. No dia em que foi libertado, ele declarou que estava feliz demais e não conseguia sentir ódio por ninguém.”. Acabei de ler e pensei em escrever sobre o assunto da vida, da morte, da inocência e da culpa. Tomei a decisão e só então reparei que o assunto não era fácil. E agora? Que é que eu faço? Apago tudo e escrevo sobre outro assunto? Não.
Vamos lá então. Claro que o dono do sítio Recanto Feliz é culpado da morte do adolescente, mas existem atenuantes. Ele não premeditou a morte de Adriano. Na procura de segurança e talvez de privacidade, infelizmente provocou o fim da vida do vendedor de pão, naquela cidade do Maranhão. Será que podemos perdoar o sr.Amorim? E podemos perdoar aos que estavam roubando e destruindo? Talvez sim e talvez não. E aos que sentenciaram o sr.Towler à prisão perpétua? Perdoamos ou não? E ao pastor que “ungiu a mulher do próximo no colo do busto”, vamos perdoar? Pois é e agora? Como ficamos?
Na verdade quando pensamos na nossa culpa, sempre procuramos por desculpas. Por oposição, quando pensamos na culpa alheia, somos tentados a piorar as coisas. Porque será que somos assim? A culpa é quase sempre dos outros. Porque Deus nos fez assim? Será que é justo, procurarmos fazer justiça pelas nossas próprias mãos? A vida já é tão imprevisível, de que serve piorar as coisas? O mais justo é vivermos procurando razão para a nossa vida. Adão e Eva, nos condenaram a todos com culpa de morte, mas como Jesus não fugiu da cruz, somos livres para viver sem medos. Quem me pode condenar, se já fui declarado inocente?
Mesmo quando tudo parece indicar, que a nossa inocência está em perigo, precisamos confiar que a culpa nunca será tão grande, quanto o amor de Deus. Claro que a nossa vida deve ser exemplar e precisamos ser inocentemente justos, mas a verdade mesmo é que só por Jesus, somos justificados. Choramos as mortes, mesmo quando são previsíveis e sempre ficamos irados com as injustiças. Jesus foi declarado culpado e foi condenado à morte de cruz, mas era inocente. E você e eu? Como está a nossa posição, perante a eternidade? A vida não nos pertence. É um empréstimo. Creia que pelo sangue de Jesus, até a culpa pode receber perdão no tribunal da vida e da morte eternas. Se ligue. Fui.
No início da tarde de ontem, a PM foi informada que o sítio estava sendo alvo de saque e destruição. Duas pessoas foram presas em flagrante. A PM não soube informar se eles eram parentes ou familiares do adolescente. A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar as responsabilidades pelas morte e outro para investigar os saques. A PM não tinha informação se o proprietário havia se apresentado.” . Li esta notícia no Folha Online de 8 de Maio e comecei pensando na vida, na morte, na inocência e na culpa. Enquanto estava pensando, peguei no Metropolitan News de 7 de Maio e li:
“Numa cidade dos EUA, um homem que passou 29 anos na prisão, condenado por rapto e estupro de uma menina de 12 anos e de um menino de 13 anos foi libertado, depois que exames de DNA o inocentaram. Raymond Towler, 52, foi condenado à prisão perpétua em 1981. No dia em que foi libertado, ele declarou que estava feliz demais e não conseguia sentir ódio por ninguém.”. Acabei de ler e pensei em escrever sobre o assunto da vida, da morte, da inocência e da culpa. Tomei a decisão e só então reparei que o assunto não era fácil. E agora? Que é que eu faço? Apago tudo e escrevo sobre outro assunto? Não.
Vamos lá então. Claro que o dono do sítio Recanto Feliz é culpado da morte do adolescente, mas existem atenuantes. Ele não premeditou a morte de Adriano. Na procura de segurança e talvez de privacidade, infelizmente provocou o fim da vida do vendedor de pão, naquela cidade do Maranhão. Será que podemos perdoar o sr.Amorim? E podemos perdoar aos que estavam roubando e destruindo? Talvez sim e talvez não. E aos que sentenciaram o sr.Towler à prisão perpétua? Perdoamos ou não? E ao pastor que “ungiu a mulher do próximo no colo do busto”, vamos perdoar? Pois é e agora? Como ficamos?
Na verdade quando pensamos na nossa culpa, sempre procuramos por desculpas. Por oposição, quando pensamos na culpa alheia, somos tentados a piorar as coisas. Porque será que somos assim? A culpa é quase sempre dos outros. Porque Deus nos fez assim? Será que é justo, procurarmos fazer justiça pelas nossas próprias mãos? A vida já é tão imprevisível, de que serve piorar as coisas? O mais justo é vivermos procurando razão para a nossa vida. Adão e Eva, nos condenaram a todos com culpa de morte, mas como Jesus não fugiu da cruz, somos livres para viver sem medos. Quem me pode condenar, se já fui declarado inocente?
Mesmo quando tudo parece indicar, que a nossa inocência está em perigo, precisamos confiar que a culpa nunca será tão grande, quanto o amor de Deus. Claro que a nossa vida deve ser exemplar e precisamos ser inocentemente justos, mas a verdade mesmo é que só por Jesus, somos justificados. Choramos as mortes, mesmo quando são previsíveis e sempre ficamos irados com as injustiças. Jesus foi declarado culpado e foi condenado à morte de cruz, mas era inocente. E você e eu? Como está a nossa posição, perante a eternidade? A vida não nos pertence. É um empréstimo. Creia que pelo sangue de Jesus, até a culpa pode receber perdão no tribunal da vida e da morte eternas. Se ligue. Fui.
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