Sunday, August 29, 2010

O “boi chifrudo” Famoso e a star Mariah Carey.

Uma das atrações da Festa do Peão chegou por volta de 5h deste sábado (21) em Barretos, no interior de São Paulo. Conhecido por ter o maior chifre do Brasil, o boi Famoso, também conhecido como "boi chifrudo", tem lugar de destaque no parque e pode ser visto a partir de hoje pelos turistas ao lado da famosa estátua do Geromão. "Ele é um boi da raça caracu, a primeira raça que veio da Europa para o Brasil no tempo colonial. Os bois dessa raça costumam ter grandes chifres, mas a genética do Famoso lhe deu 2,20 m de ponta a ponta", explicou o dono.
Os primeiros fãs de Mariah Carey já chegaram a Barretos, no interior de São Paulo, para o show da cantora norte-americana, que acontece na noite deste sábado (21) na Festa do Peão. Os primeiros do fila chegaram às 6h e vieram de São Paulo.
A maior parte dos garotos fazia parte de um grupo de 70 pessoas que veio de ônibus do Rio de Janeiro e chegou na cidade do rodeio por volta das 11h. Até um peruano faz parte da caravana. Ele já visitou o Brasil três vezes, mas desta vez a viagem tem um gosto especial. É a primeira vez que ele tem a chance de ver sua musa de perto. Também é a primeira vez que ele encara uma maratona dessas e desembolsa US$ 700 para ver um show da cantora. "Gosto dela desde que tinha 16 anos e estou super ansioso", explicou o peruano.
Li estas duas notícias na UOL.com e comecei pensando no quanto a sociedade mundana tem para oferecer. Sempre vai ter algo especial para cativar as atenções do povo. Não é que eu seja contra as festas, até porque gosto de me divertir, mas o que me aborrece mesmo é o “espírito” da coisa. Eu sei porque já passei por lá. Uma grande maioria das pessoas vai mesmo para esquecer a vida. Muitos chegam em casa embriagados e no outro dia nem se lembram onde foram mesmo. A solidão espiritual ou existencial, aparece pelos pecados que não reconhecemos ou confessamos, perpetuando uma culpa que corrói o íntimo.
Na verdade o sucesso das festas ou dos eventos se relaciona com a forma como Deus nos criou. Nós fomos criados como seres sociais e portanto precisamos de ter relacionamentos. É uma verdade inegável. Precisamos de ter alguém do nosso lado. E isso até que é muito bom, mas perde todo o sentido, quando o resultado se traduz em diversão apenas. Deus nos criou com objetivos muito maiores. Precisamos criar ligações estáveis com os nossos semelhantes e com Deus. E para isso temos de nos conhecer uns aos outros, para adquirir confiança mútua. E nesse processo vamos chegar além do divertimento, quando o tempo passa a ser tão precioso, que não o podemos usar de forma alietória.
É lamentável que muitas igrejas evangélicas ao tentarem ganhar adeptos, tenham aderido à produção de eventos em série. O tempo das famílias se consome na satisfação do ego de alguns “escolhidos” e a discussão aberta dos problemas da vida, se limita no uso de chavões prepotentes. Para mim, a vida só faz sentido quando entendida em termos de eternidade, mas defendo o direito à felicidade de todo o ser humano, no dia chamado hoje. Os cristãos não precisam ficar confinados às 4 paredes dos templos, mas também não podem ficar indiferentes à necessidade de serem diferentes. Claro que deve ser para melhor.
Preciso terminar mas antes preciso escrever que devemos procurar o equilíbrio. Deus nunca vai entender nem aceitar o “gastar” do nosso tempo em atividades menos próprias. No entanto também não vai perdoar aos “grandes” que na defesa da letra, empurram milhões para as ruas que levam ao inferno. Sejamos honestos e felizes, deixando que outros brilhem. Com eventos até que podemos cativar as atenções de muitos para nós próprios, mas onde fica Deus? Como podemos nos designar de cristãos, se nem os Seus ensinos conseguimos seguir? Pensemos bem e procuremos mudar o mundo para melhor. As atrações depressam passam, mas a Palavra de Deus vai ficar para sempre. Procure fazer alguém feliz.

Será que perdemos a sanidade mental ou tudo é um negócio?

Que fã quando é fã mesmo, é capaz de tudo para se aproximar do ídolo, todo mundo sabe. Mas você chegaria ao ponto de comprar o vaso sanitário usado por ele? Loucuras à parte, a peça de porcelana usada pelo beatle John Lennon, nos seus momentos reservados, foi vendida em um leilão por 14 mil e 700 dólares. Lennon utilizou o vaso sanitário, quando vivia em Tittenhurst Park com Yoko Ono, entre os verões de 1969 e 1971. Depois a peça foi de propriedade de Ringo Starr até o final dos anos 80. O leilão acorreu durante a 33ª convenção anual dos Beatles em Liverpool. Chegaram ofertas de todas as partes do mundo.
A notícia acima descrita apareceu recentemente em vários meios de comunicação. E eu continuo tendo razão. Até rima. Vamos às perguntas. Será que o comprador comprou para usar ou só para contemplar? Será que ele vai vender mais tarde por um preço maior? Qual o motivo real por trás de tantas ofertas? Para efeitos desta coluna, eu pelo poder em mim constituído, aceito para os fins do meu próprio interesse de que a compra se originou, pela procura de algo que dê a satisfação necessária, nos momentos de tédio da vida do comprador. Até que ponto as pessoas estão dispostas a fazer aparentes loucuras, para chegar “mais perto” dos ídolos?
O dinheiro é do licitador e como tal ele pode fazer como quiser, mas não será um abuso comprar um sanitário por um preço tão elevado? Quando sabemos que mais de 1 bilhão de seres humanos vive de forma miserável, como podemos entender um tão grande desperdício? Mas muito mais importante do que os nossos pensamentos, é o pensamento de Deus. Até onde irá a misericórdia divina, quando tiver de tratar com essas pessoas? E para piorar todos mostraram que idolatram um homem talentoso, mas já morto e que nunca mostrou respeito por Jesus, pois em algumas ocasiões teceu comentários bem ignorantes acerca do Filho de Deus.
Como entender a “copializacão” dos notáveis? Neste mundo que conhecemos pelos olhos da nossa face, todos os dias nos deparamos com cópias. Cópias de quadros, casas, roupas e por aí fora, mas o problema maior está nas cópias humanas. Alguns querem ser iguais ao cantor mais badalado. Outros querem ter cópias das roupas dos famosos. Muitos compram “coisas” semelhantes às “coisas” dos outros, porque assim os alguns talvez sintam inveja deles. Será que estou errado? Não me parece. Infelizmente os “pequenos” deste mundo se tornam ávidos sugadores das vidas dos chamados ilustres, num comércio deplorável que é explorado até nos mais pequenos detalhes.
Um dia destes falei num culto na igreja da qual sou pastor titular, que o Mr.Obama é igual a qualquer outro ser humano, pelo menos quando vai na privada. Porquê? Para justificar a ideia de que todos somos iguais perante Deus. Existem momentos na nossa vida em que riqueza, estudos, posição social e outras coisas mais, de nada valem. Somos pó e muitas vezes não conseguimos entender essa tão grande verdade. Porquê tanta altivez e tanto orgulho? Como tolerar a falta de tolerância por parte daqueles que se julgam mais do que nós? Até onde nós podemos ir no carinho, seguidismo, devoção, sem chegar na idolatria?
No meio evangélico já é corrente a quase idolatria de pastores e cantores. Muitos são homens e mulheres de Deus, que não querem nem desejam tal devoção, mas infelizmente existem muitos outros se aproveitando do estrelato. Cobram exageros e vivem se promovendo, esquecendo que Deus não aceita partilhar a Sua glória com seres humanos. Sou a favor de honrar todos os que trabalham na seara do Mestre, mas sou completamente contra todo o tipo de exageros mediáticos. Importa que Jesus cresça e eu diminua, deve ser o mote de todos os que se dizem seguidores de Jesus. Acabemos com o negócio das religiões.

Tuesday, August 17, 2010

Contra a corrente, procurando o nosso destino.

Uma tartaruga que foi devolvida à liberdade, há quase um ano pelo Zoomarine de Lisboa, está perto da República Dominicana. Prevê-se que chegue à praia onde nasceu há 40 anos daqui a um mês. A Calantha “está a 200 quilómetros a norte da República Dominicana”, disse Élio Vicente, biólogo do Zoomarine que está a acompanhar esta tartaruga e que espera por ovos para daqui a um mês. O destino é Miami e é lá que se espera que aconteça o chamamento da Natureza para uma tartaruga que toda a vida viveu no Aquário Vasco da Gama, em Lisboa. “Isso seria a melhor notícia que poderíamos ter”, confessou Élio Vicente.
A Calantha foi lançada ao mar a 30 de Setembro de 2009 e desde então, já navegou perto da Madeira e de Cabo Verde, antes de seguir em “linha recta” para as Caraíbas. A tartaruga aproximar-se-á da sua “praia de origem”, que é onde as fêmeas costumam regressar, acrescentou. Através dos dados enviados pelo emissor de satélite que a tartaruga tem na carapaça, foi possível perceber que, muitas vezes, nada “contra a corrente”, o que revela que tem “um destino”, explicou o biólogo. O acompanhamento desta tartaruga vai durar ainda mais sete meses e serve para avaliar o sucesso da reintrodução na natureza, de animais que foram cuidados e alimentados durante anos por seres humanos.
Quando li esta notícia, fiquei interessado nas expressões “contra a corrente” e “tem um destino”. Na verdade todos os cristãos, de alguma forma precisam lutar contra a corrente, porque almejam um destino. Eu creio assim e sei de muitos outros que pensam como eu. O que é a corrente? Qual é o destino? Bem, a corrente pode significar tudo o que é contrário à vontade de Deus. E o destino é sem dúvida desfrutar da presença de Deus por toda a eternidade. Sendo assim lutar contra a corrente será defender e agir em conformidade com a vontade de Deus, para atingir o destino final. Assim como a tartaruga procura chegar a Miami, todos os cristãos devem procurar Jesus Cristo.
Aparentemente terminei o parágrafo anterior com uma redundância, pois se aceita que o normal é os cristãos procurarem Jesus, mas será mesmo? Não me parece. O que nós temos “assistido” ao longo dos séculos é uma história bem diferente. Já no primeiro século, Paulo escrevia bem bravo contra os gálatas, os quais estavam virando as costas à singela e peculiar graça de Cristo. Alguns defendiam que era preciso algo mais. Mais tarde a filosofia começou fazendo estragos, nos relacionamentos pessoais entre Jesus e os seus seguidores. Argumentos subtis foram adquirindo direitos especiais, até que piorando tudo ainda mais, a igreja se transformou numa instituição estatal.
Será que o destino final ficou em perigo? Infelizmente sim. A tragédia se estava desenhando. Todo o mundo estava indo na corrente. A cultura institucional ou por outras palavras, a palavra humana poluída, começou a ganhar da água limpa. E finalmente, as Boas Novas foram afogadas ao meio de negócios, para os quais Jesus não foi convidado. Vendo-se na necessidade ou desejando agradar a todos, a religião cristã está abdicando de ser uma referência válida. Os interesses sociais e politicos fazem com que muitos se vendam por um prato de lentilhas, hipotecando todos os direitos de serem verdadeiros atalaias, ao ficarem presos nos corredores do poder. O sucesso tomou o lugar da benção.
Termino escrevendo que defendo a inclusão ativa dos cristãos nas sociedades, mas sou completamente contra as toleradas interferências dos ímpios nos nossos cultos. Se queremos ou precisamos dos “grandes” deste mundo, devemos promover atividades diferenciadas para tal. Precisamos de continuar lutando contra a corrente do mundanismo. Precisamos defender o nosso “alto” destino. Precisamos de honrar o tremendo preço que Jesus pagou por nós. Precisamos de adorar a Deus, em espírito e em verdade, seja nos montes ou nos vales. Precisamos de defender os direitos humanos e lutar pela igualdade dos povos, mas sem comprometer os princípios fundamentais da Palavra de Deus. Sejamos fiéis a Jesus.

Tuesday, August 10, 2010

Será que podemos olhar para o lado?

Fui de férias na semana passada e mais uma vez entendi que por vezes é bom olhar para o lado. Não comecem já pensando coisas estranhas. Nem sabem para onde fui. Ok, fui para uma praia. E daí? Qual é o vosso problema? Será que nem uma vez posso olhar para o lado? Querem saber para onde fui? Sim. Então vou falar. Fui com a minha família para Myrtle Beach na Carolina do Sul. Deixem-me dizer que a praia é uma maravilha. São 50 milhas de areia sem grandes aglomerados humanísticos. A água é uma delícia e o calor é bem semelhante ao da Flórida. E o melhor de tudo é que tudo é bem mais barato.
Mas vamos ao foco do título. Depois de passarmos por Maryland, dei conta que a nossa Chevy Venture estava gritando de dor. O barulho vinha da frente, do lado do condutor. Decidi acreditar que o amortecedor estaria quebrado e que a viagem iria ser atribulada. Suavemente dentro de mim, reclamei com Deus. Quantos ímpios não estão passando por mim, sem quaisquer problemas nos seus carros e eu com este grande problema. Deus não falou nada e eu do nada, olhei para o outro lado da 95. Que é que eu vi? Um ónibus duma igreja batista americana parado, com o capot aberto e fumegando. Segui viagem ainda preocupado.
Depois de mais umas 50 milhas e não suportando mais o barulho, resolvi parar e levei a mini-van para uma oficina. E aconteceu que a levantaram aí uns dois palmos do chão e de repente, puff, voltou para o chão num segundo. Fiquei bravo com o moço, mas não disse nada. Finalmente conseguiram e não encontraram nada de errado. Fomos dar uma volta nas ruas e nenhum sintoma do tal barulho. Maravilha. Terá sido da queda repentina do elevador? Não sei, mas cobraram 45 dólares e eu paguei. Seguimos viagem. Feliz da vida, fui olhando para o lado, com mais segurança e em paz.
Será mesmo que é bom olhar para o lado? É evidente que na maioria das vezes em termos morais, olhar para o lado com cobiça é errado, principalmente para quem diz ser cristão. No entanto precisamos admitir que para quem dirige, é mesmo necessário olhar para os lados. Para o seu bem e dos outros. Voltemos aos assuntos morais. Quando olhamos para o lado e começamos desejando algo mais, será que Deus aprova? Será errado procurar o melhor para nós? Será errado procurar um emprego melhor? Será errado olhar para o lado, mas certo olhar para a frente? Será que como cristãos, só podemos olhar para cima?
Pensemos em pastores preferencialmente trabalhando em grandes centros urbanos. Pensemos nos que fazem a obra de Deus, com seriedade e para glória de Deus. Alguns ao fim de um certo tempo desanimam, porque olhando para o lado, descobrem que as igrejas de outros pastores, estão crescendo muito mais, recorrendo a práticas duvidosas. Outros também olhando para o lado, mesmo sem crescimento, continuam impávidos e serenos, ou porque se acham melhores ou porque se acomodaram. Sendo assim, como ficamos? Devemos olhar para o lado, mesmo com os perigos decorrentes ou não? Creio que sim. Ainda vivemos na Terra e não podemos dissociar-nos da realidade.
Finalizando quero escrever que, embora precisemos ter muito cuidado quando olhamos para o lado, não podemos deixar de o fazer, até para o bem comum. Milhões de pessoas continuam melhorando as suas próprias vidas, porque olharam para o lado e viram que era possível. Eu até conheço pessoas aqui nos States, que nos restaurantes olham para o lado e pedem comida igual à das outras pessoas, para não ficarem envergonhados. Agora preciso contar um segredo. Por favor não espalhem. Claro que na praia olhei para o lado e uma ou outra vez gostei do que vi. E daí? Continuo o mesmo. O problema é olhar a segunda vez. Cuidado. Fui.

Friday, August 06, 2010

Ouvido nas (es) t (r) elinhas.

Eu tenho a Globo Internacional em casa e pago 10 dólares por mês por esse serviço. Gosto de assistir os notíciários, certos programas, o futebol e claro algumas novelas. Antes que me condenem e me crucifiquem já, deixem que me explique primeiro e depois mais tarde podem atacar de novo. Vamos lá então. Independente da má fama da Globo nas atitudes relacionadas com os evangélicos, precisamos reconhecer que fazem um trabalho público de qualidade. Com partidarismo e exaustivas repetições dizem alguns e eu reconheço que é verdade, mas também com sentido de oportunidade e de esclarecimento.
Reconheço também que na maioria das novelas se propaga o adultério, o sexo fácil, o espiritismo e muitas outras coisas de baixo nível moral. Admito também que o programa do Jô, desce por vezes ao nível porcão, mas em outras ocasiões nos oferece excelentes entrevistas com pessoas altamente qualificadas. Finalizando a introdução, quero também dizer que a sua liberdade termina, onde começa a minha. Mais acrescento que a minha espiritualidade não depende da sua e se você já está vivendo no céu, paz à sua alma. Portanto pode começar atirando pedras se entender assim, pois eu preciso de construir o meu castelo e para tal preciso das suas pedras, rssss…
Vamos aos particulares agora. O avanço da ciência e da tecnologia permitem desenvolver assuntos novelísticos, impensáveis até à pouco tempo. Homens já mortos podem ter filhos, que de certa forma irão realizar sonhos interrompidos. E é nessa base de que somos “deuses” controladores do nosso próprio destino, o que não deixa de ser uma verdade, que o planeta Terra gera ilusões para bilhões dependentes da criação literária de alguns iluminados. É irónica a facilidade com que acreditamos nas fantasias da mágica telinha, rejeitando as verdades da palavra de Deus.As tradições e até as inovações vão ganhando por enquanto.
O céu de “Escrito nas estrelas” é tudo menos céu. Eu não quero ir viver naquele céu, que é uma mistura de paraíso com purgatório. Os protagonistas principais ficam enredados ou melhor dizendo, enrolados num drama extra-sensorial, repleto de egoísmos e ciúmes doentios. Em termos humanos a trama é interessante e até comovente por vezes, mas o perigo reside na exploração da crença popular, que no final Deus vai “abençoar” todo o mundo. A mistura da fé cristã com o paganismo, fruto mortal da herança deixada pelo imperador romano Constantino, continua dando margem para a promoção do oculto.
Para mim céu é sinónimo de alegria, paz e felicidade. Reconheço de coração a intervenção divina entre nós, mas o meu intelecto se recusa a entender a propagada “preocupação”, dos já mortos com os ainda vivos e vice versa. A tradição criou um mundo de alucinações e medos doentios, que permite o fácil controle das incautas mentes de milhões e milhões. E num futuro próximo, esse controle vai disparar para níveis altamente sofisticados. Espero que já não esteja por aqui. Não posso arriscar a minha vida eterna na presença de Deus. E você? Que pensa fazer? Vai continuar recusando o amor de Jesus?
É responsabilidade de todas as igrejas ditas cristãs defender a Verdade. Nenhuma autoridade religiosa cristã pode ficar indiferente, ao ataque generalizado ao sagrado. O sincronismo dos meios de comunicação com as forças do mal, está gerando um ecumenismo sincrético, que defende a existência do bem em toda e qualquer ideia. Defendem que Jesus não é o Caminho, mas sim um dos caminhos. Como podemos parar esse ataque? Nos unindo para ouvir e entender o que o Espírito Santo diz à igreja, que é o conjunto dos seguidores de Cristo. Precisamos parar para pensar. Será mesmo que existe vida depois da morte? Como será essa vida? Leia a Bíblia e descubra a verdade no que foi escrito, inspirado por Deus.