Tuesday, April 13, 2010

Filhos naturais ou adotivos, quais são os mais amados?

Uma senhora norte americana, devolveu o filho adotivo para a Rússia e o chanceler russo, Sergei Lavrov declarou na sexta-feira pasasda, que pretende suspender a adoção de crianças do país por cidadãos dos Estados Unidos. O menino Artyom Savelyev, com 7 anos de idade, foi despachado num avião para Moscovo, sózinho, com uma simples carta pedindo para que as autoridades russas anulassem a adoção, sob o argumento de que a criança era mentalmente instável.
“O jeito como ele foi tratado é além de immoral”, disse o chanceler Sergei Lavrov em entrevista a uma TV estatal. “Tomámos a decisão de que o Ministério das Relações Exteriores vai insistir no congelamento de todas as adoções por famílias norte-americanas até que Rússia e Estados Unidos assinem um tratado estabelecendo os termos das adoções.”. A Rússia é a terceira principal origem estrangeira de crianças adotadas nos Estados Unidos, com 1.586 adoções no ano passado, segundo o Departamento de Estado.
Artyom, nos EUA, recebeu um novo nome, Justin Hansen, dado pelos seus pais adotivos, depois de ser adotado em 2009, de um orfanato na região de Primorye, no extremo oriente russo. Cerca de seis meses depois, a mãe adotiva concluiu que ele não estava se adaptando e comprou para ele um bilhete só de ida para Moscovo. A mãe adotiva reclamou que o menino é mentalmente instável, violento e psicopata. Acrescentou que foi enganada pelo orfanato russo e que devolvendo ele, se estava protegendo a ela, sua família e amigos.
Independentemente desta terrível situação em particular, é lamentável que centenas de outros órfãos russos, alguns dos quais já ao meio de processos de adoção, fiquem outra vez sem família. Não querendo julgar a família Hansen, que certamente estava cheia de boas intenções quanto ao menino, precisamos lembrar que na maioria, os casos de adoção são positivos. Muitos conhecemos ou já ouvimos falar de casos verídicos em que certos casais, protegem e amam mais aos filhos adotivos do que aos do seu próprio sangue.
E quando escrevo a palavra “sangue”, sempre penso em Jesus. Sendo o filho Unigénito de Deus, veio à Terra e encarnou como filho de Maria e de José. Posso imaginar as ordens divinas, dadas aos anjos encarregues de proteger o menino. Sabemos que tiveram sucesso na missão, mas o que eu quero mesmo escrever é acerca de José. Ele era pai adotivo de Jesus e pai natural de José, Simão, Judas, Ana e Salomé, todos eles filhos de Maria. A quem José amou mais? A Jesus, seu filho adotivo ou aos outros, frutos da sua vida conjugal com Maria?
Infelizmente nem eu sei a resposta, mas imagino que amou a todos de igual maneira. Mas em outra questão semelhante, tenho a certeza absoluta da resposta. No princípio das gerações humanas, Deus demonstrou um amor todo especial pelo povo judeu e os outros povos de alguma forma sofreram na pele, por causa desse amor. Os judeus se consideravam os únicos filhos de Deus. No entanto na morte de Jesus, nós os não judeus, fomos agraciados com todo o amor do Papai do céu. Jesus “assinou” com sangue os documentos de adoção em nosso favor.
E todos podemos ser filhos adotivos de Deus, se aceitarmos as condições contratuais. A Bíblia ensina que precisamos de nos arrepender dos nossos pecados e receber Jesus como Salvador. É muito simples. Deus como Criador do Universo e dos seres humanos, estabeleceu as regras. Podemos aceitar ou rejeitar. Qual é o prémio final? Vida eterna na presença de Deus e de todos os Seus anjos. Sou muito grato pelo meu pai terrestre, mas o que eu quero mesmo é ser aceite como filho adotivo de Deus. Seja um também. Receba Jesus pela fé. Fui.

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